Mercado de ações
Se você tem ações como eu que quase viraram poeira nessa crise, vão se identificar com o texto abaixo que anda circulando pela internet, por autor desconhecido:
Análise de Retorno Financeiro Tendo em vista a crise atual…
Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da
Nortel Networks ou da AIG , ambas gigantes da econômia americana, hoje
teria R$ 59,00!
Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da
Lucent Technologys , outro gigante da área de telecomunicações, hoje
teria R$ 79,00!
Agora, se você tivesse, em janeiro/2005, gasto R$ 1.000 ,00 em cerveja
(Cerveja, não em ações), tivesse bebido tudinho e hoje vendido as
latinhas vazias, teria R$ 80,00!!!
Conclusão:
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado
e bebendo cerveja o dia inteiro…
MAS É IMPORTANTE LEMBRAR, QUEM BEBE VIVE MENOS:
a) Menos triste;
b) Menos deprimido;
c) Menos tenso;
d) Menos puto da vida!
Pense nisso… e… Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama!
Se não me chamar, pelo menos me manda as latinhas!
QUE EU VENDO TUDO!!!
Redes sociais são mais populares que sites pornôs, diz pesquisa
Tá aqui uma constatação polêmica. ConvÃvio social sobrepondo os impulsos da puberdade?
NotÃcia publicada no O Globo.
Distances between
Curta muito bem produzido sobre amantes, distâncias e a vida cotidiana. Vale a pena pra refletir sobre a vida que levamos…
Dica do Sushi.
Stay hungry, stay foolish.
Uma lição de Steve Jobs para todos que buscam sentido em suas ações…
Como saborear a Cultura
Um breve ensaio sobre como tratar a cultura.
De que cor eram as meias de Hitler?
O homem da cultura é um hedonista, aprendeu a saborear aquilo que cada obra lhe oferece; o intelectual instaura processos de compreensão, necessita menos sentir que articular e explicitar
JORGE COLI
COLUNISTA DA FOLHA
Umberto Eco fala sobre diferenças entre cultura e erudição numa entrevista recente à revista francesa “Le Nouvel Observateur”. Diz assim: “Erudição não é cultura, mas uma sua forma particular e secundária.
Cultura não é saber a data de nascimento de Francisco 1º. Ser culto significa antes de tudo saber que ele foi um rei da França no Renascimento e qual era o papel da França no contexto europeu da época. Quanto à sua data de nascimento, a cultura permite encontrar essa informação, se temos necessidade dela”.
Ainda: “Borges nos contou, em “Ficções”, a história de “Funes, el Memorioso”, esse homem que se lembrava de tudo, de cada folha que ele vira sobre cada árvore, de cada palavra que ele ouvira ao longo de sua vida e que, por causa de sua memória total, era um perfeito idiota. A cultura é igualmente um processo de conservação e de filtragem, pelos quais nós sabemos quem era Hitler, mas não qual era a cor de suas meias no dia em que ele se suicidou em seu bunker”.
Memória e filtragem, dois instrumentos essenciais nessa distinção. A memória é instrumento da cultura e o objetivo da erudição; o filtro é uma rede de relações, que pesca aquilo de que precisa. A oposição entre cultura e erudição é clássica.
Meias e meias
Há uma outra possÃvel separação. Ela ocorre não entre o erudito e o homem culto, mas entre o homem culto e o intelectual. É bem possÃvel que o traço diferenciador mais forte seja, de um lado, o prazer, de outro, o dever.
O homem da cultura é um hedonista. Ele, primeiro, aprendeu a saborear, a degustar numa espessura concreta, aquilo que cada obra, com a intensidade que pode, lhe oferece. Seus critérios, por isso mesmo, são mais intuitivos que objetivos, e suas categorias têm fronteiras permeáveis.
O intelectual instaura processos de compreensão, desenvolve raciocÃnios, necessita menos sentir que articular e explicitar. Sua embriaguez chega ao apogeu quando vence as etapas de uma argumentação e constrói um arcabouço de relações nÃtidas.
No primeiro caso, há algo de empÃrico e de sensual; no segundo, muito de abstrato e de rarefeito. As meias de Hitler, para um, têm concretude, textura, cor. Elas completam uma cena dramática. O outro pode tomá-las como exemplo, ao construir uma análise socioeconômica sobre a moda masculina na Alemanha daqueles tempos.
Redes e redes
O hÃbrido culto-intelectual, se existe, é rarÃssimo. Há casos em que o homem culto quer se tornar intelectual: os resultados nem sempre são convincentes. O intelectual, por sua vez, é mais seguro em seu modo de ser; para ele a cultura é apenas um meio, não um universo, que não lhe passa pela cabeça habitar, porque ele não saberia como. Seu conhecimento é cerebral: quantas teses universitárias sobre objetos da cultura, mesmo inteligentes, iluminadoras, se completam sem a experiência pessoal da cultura.
São estudos que mergulham num tema, ignorando o que está à volta dele ou explorando os outros setores de maneira “instrumental”, para algum infeliz capÃtulo introdutório de “contextualização”, como se diz.
A cultura é uma prática, no sentido de um hábito, de um costume, de uma freqüentação; o trabalho intelectual é um exercÃcio. Há um clima bem aventurado de divãs e almofadas do Oriente, num caso; há o rigor exato do trapézio, no outro. Um pressupõe o ócio; o outro pressupõe o trabalho.
Link original na Folha.
Quero de presente!
Se alguém me der um jogo desses de presente, eu juro que emagreço!!!!
Garanta seus direitos
Aqui vai a dica da minha amiga Valeria, advogada. Como ela diz, “este é um caso parecido com estacionamento, embora nossos bens fiquem sob a guarda deles eles nunca querem assumir…”
Furto de objetos de hóspedes em hotel gera indenização
3/2/2006
O Atlantica Hotels International Brasil, em São Paulo, foi condenado a pagar indenização de R$ 1,5 mil por danos morais e R$ 10 mil por danos materiais a cada pessoa de um grupo de mineiros que se hospedou no Carnaval e teve vários objetos furtados. A decisão é da 11ª Câmara CÃvel do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
O grupo era formado por casais com filhos e amigos, entre os quais, um juiz federal, um advogado e empresários de Belo Horizonte. De volta do sambódromo, onde participaram dos desfiles de uma escola de samba paulista, foram surpreendidos com a desordem total dos apartamentos.
Logo, deram falta de vários objetos pessoais como relógios, inclusive um de ouro com brilhantes, telefones celulares, tênis de marca famosa, cartões de crédito, jóias, talões de cheques, pastas de documentos e passagens aéreas de São Paulo para Belo Horizonte. As portas não apresentaram sinais de arrombamento.
Depois de buscarem, sem êxito, uma explicação da gerência sobre os acontecimentos, os hóspedes ajuizaram ação de indenização por danos materiais e morais contra o hotel.
Ao contestar, o hotel alegou que o eventual prejuÃzo deveria ser imputado à própria omissão dos hóspedes, já que deixaram de utilizar os cofres eletrônicos de segurança postos à disposição nos apartamentos em que se hospedaram. Além disso, o hotel questionou se realmente os objetos relacionados encontravam-se nos apartamentos e se, de fato, teriam eles os valores apresentados.
Os desembargadores Selma Marques (relatora), Fernando Caldeira Brant e MaurÃcio Barros salientaram que os hóspedes não eram obrigados a guardar seus bens no cofre disponibilizado, pois é dever do hotel responsabilizar-se por tudo o que se encontra dentro dos apartamentos.
Baseados em depoimentos e Boletim de Ocorrência, os desembargadores não tiveram dúvidas de que os hóspedes, de fato, possuÃam os bens reclamados. A PolÃcia Civil de São Paulo restituiu a um dos hóspedes documentos pessoais, tÃtulos de crédito, chaves de um automóvel e passagens aéreas.
Fonte: Revista Consultor JurÃdico
Locadora on-line. Já escolheu a sua?
Uma das modas americanas desembarcou por aqui há algum tempo, mas acho que só agora está pegando força com o aumento da “confiança” (será?) dos serviços digitais.
Eu e a turma do trabalho vamos fazer nosso test-drive com a FlexFilmes (www.flexfilmes.com.br). Vamos ver como vai ser.
Você é um workaholic?
Tem um monte de gente que diz que sou workaholic. Será? Eu acho que não. Não troco meus momentos de lazer pelos de trabalho. Mas sim, tenho prazer no meu trabalho. Deveria ser diferente? Acho que não!
Pra saber o que é um workaholic…
Workaholic não produz muito mais do que os ‘não-viciados’
Por Ana Beatriz B. Silva
A sÃndrome do lazer pode ser definida pela presença de crises de ansiedade, angústia, dores de cabeça e/ou musculares, náuseas e fadiga em indivÃduos que encontram-se fora de suas atividades. O problema afeta homens e mulheres que apresentam um comportamento compulsivo pelo trabalho e por isso mesmo manifesta-se nos finais de semana, feriados prolongados e principalmente em perÃodos destinados à s férias. Estima-se que tal comportamento afeta até 5 % da população economicamente ativa.
Na realidade, a sÃndrome do lazer nada mais é do que a conseqüência adoecida de um comportamento socialmente aceito e estimulado que é leigamente chamado de ‘workaholic’ ou ‘viciado em trabalho’.
Como toda compulsão, a compulsão por trabalho é estabelecida através de uma combinação de diversos aspectos. Entre eles destacamos:
- Biológico: responde pelo tipo de personalidade do indivÃduo
- Psicológico: responde pelo gatilho que irá acionar a repetição do comportamento
- Social/cultural: responde pela forma, conteúdo e intensidade que o comportamento compulsivo irá adquirir
O perfil do ‘workaholic’ e, conseqüentemente, do candidato à sÃndrome do lazer é bem estabelecido: trata-se de indivÃduos perfeccionistas, controladores e inseguros que costumam trabalhar mais de 10 horas por dia e vivem sob stress constante.
O ‘workaholic’ ou viciado em trabalho tende a ter uma grande aceitação social, uma vez que este tipo de compulsão costuma ser associada a nÃveis de produtividade fora do comum. Esta associação, no entanto, não corresponde à realidade, pelo menos em sua plenitude. Afinal o ‘workaholic’ é tão obcecado em agir no trabalho que ele pode, na verdade, estender suas tarefas retardando suas conclusões e prejudicando com isso a sua produtividade final. Além disso, ele tende a atrofiar todos os demais setores de sua vida (pessoal, afetiva, social e familiar), o que costuma lhe render muita culpa e remorso.
O comportamento ‘workaholic’ tenderá com o passar do tempo a ser cada vez mais considerado um funcionamento patológico. Afinal, a automação industrial tem nos levado a uma sociedade onde os empregados são em sua maioria trabalhadores intelectuais, aos quais são solicitadas idéias e não ‘parafusos’. E a quantidade total de idéias produzidas não é diretamente proporcional à quantidade de horas de permanência no interior de uma empresa. Quanto mais tempo se passa trancafiado numa empresa, menos estÃmulos criativos são captados por um empregado. Além disso, pessoas que costumam permanecer muito tempo em seus locais de trabalho tendem a ‘matar’ o tempo elaborando novos procedimentos para impor aos outros. E assim, com o tempo a empresa se reduz a um amontoado de regulamentos inúteis à sua eficiência, danosos à sua produtividade e letais à sua criatividade.
O trabalhador do futuro dividirá seu tempo livre, que tende a ser maior, em três partes:
- Cuidado com o corpo e a mente
- Cuidado com famÃlia e amigos
- Cuidado à sua coletividade
Fonte: UOL
Com sede? Google Gulp nela!
Continuo achando que o Google vai dominar o mundo!
Essa daqui foi boa, Google Gulp! na sua sede por conhecimento!
Você está preparado para ganhar na Mega Sena?
Essa reportagem é muito boa pra quem acha que dinheiro é a solução dos problemas. Dinheiro é o meio, não o fim.
Só pra lembrar que educação e conhecimento vem em primeiro lugar:
Você está preparado para ganhar na Mega Sena?
04/11/2005 09h00
SÃO PAULO - Muitas pessoas parecem não ter dúvidas que seus problemas seriam resolvidos caso ganhassem na loteria, ou recebessem uma enorme quantia de dinheiro. Contudo, o que se constata é que, em muitos casos, a felicidade de ganhar um prêmio acaba se transformando em um pesadelo.
Na maioria dos casos em que isso acontece, o grande problema é a falta de educação financeira do vencedor. Pensando nisso, elaboramos uma lista de recomendações do que uma pessoa que recebe um prêmio milionário deve considerar, de forma a manter seu patrimônio.
Para quem não sabe, o prêmio da Mega Sena voltou a acumular de forma que o próximo sorteio, previsto para o dia 5/11, deve alcançar a marca de R$ 15 milhões. A quantia é suficiente para, segundo a própria Caixa, render mensalmente mais de R$ 100 mil ao felizardo vencedor. Diante de tanto dinheiro, como explicar que alguns dos vencedores não consigam aproveitar a oportunidade para resolver de uma vez por todas suas dificuldades financeiras?
Você é realmente um milionário?
Um erro comum é se deixar empolgar pelo prêmio e não analisar corretamente o que pode, ou não, ser feito com ele. Em parte, este tipo de comportamento é estimulado pelos organizadores dos sorteios que, para atrair participantes, vendem a imagem que todos os seus problemas serão resolvidos caso ganhem o prêmio sorteado.
Mas não é bem assim! Não há como negar que, para quem ganha R$ 1 mil por mês, receber um prêmio de R$ 1 milhão parece ser a resolução de todos os problemas. Ainda que tecnicamente você seja um milionário, a verdade é que esta quantia não é suficiente para garantir um estilo de vida como tal.
Basta lembrar que uma boa casa em um bairro nobre nas grandes capitais, além de acarretar em gastos significativos como água, luz, e IPTU, também implica em gastos com funcionários. Tudo somado, o imóvel custa R$ 400 mil, mas sua simples manutenção consome todos os meses pelo menos R$ 2,5 mil!
E se o felizardo optar por comprar um outro carro, para aumentar a sua frota? Nesse caso deve-se somar a esta quantia algo entre R$ 50 mil a R$ 70 mil, valor médio dos veÃculos de passeio nacionais com acessórios básicos e motor acima de 1.8. Em pouco tempo, o ganhador já gastou quase metade do prêmio recebido, sem cometer nenhum absurdo financeiro. Imagine se tivesse realmente se deslumbrado e comprado uma mansão ou um carro importado?
Controle sua impulsividade!
Animados com a quantia extra, muitos decidem abandonar o antigo emprego e abrir um negócio próprio. Sem experiência administrativa, muitos acabam rapidamente se atolando em dÃvida, e antes mesmo que percebam, já gastaram todo o dinheiro que havia sobrado do prêmio.
Mesmo aqueles mais precavidos que, reconhecendo a falta de experiência empresarial, optam pela compra de uma unidade franqueada, logo se surpreendem com a quantia necessária para investimento. Ainda que existam franquias para todos os bolsos, como o sucesso de uma franquia depende da força da marca por trás, o ideal é optar por franquias mais consolidadas, e essas são caras.
Na maioria dos casos, contudo, os vencedores acabam atolados pelos incontáveis pedidos de favor, ou empréstimo, feitos pelos amigos e/ou parentes. Atordoados, e julgando ser sua responsabilidade repartir com aqueles mais próximos a sua sorte, rapidamente assistem boa parte do dinheiro desaparecer.
Nesta hora, seja racional e não se deixe levar pela impulsividade. Sim, é verdade que este dinheiro veio fácil, através de um prêmio, mas isso não significa que você não precisa tratá-lo com a mesma responsabilidade que trata o seu salário. Todos sairão ganhando se você souber aplicar bem o que ganhou. Portanto, não se iniba e diga que já tem planos para o dinheiro e que, caso seja bem sucedido, estaria disposto a considerar a oportunidade de investimento mais adiante. E é desta forma que deve abordar aos pedidos que lhe são feitos, como uma oportunidade de investimento!
Estilo insustentável
Este tende a ser o erro da grande maioria: adotar um estilo não compatÃvel com o prêmio recebido. Animados e impulsionados por falsos amigos, ou parentes gananciosos, acabam vÃtimas da sua ingenuidade. Ganhar R$ 2 milhões não permite que você tenha o mesmo estilo de vida das grandes celebridades nacionais! Lembre-se que muitos deles vivem de aparências, e recebem de graça quase tudo o que precisam.
Pode parecer incrÃvel, mas é bastante fácil gastar, sobretudo, quando se conta com a ajuda de outras pessoas que não estão preocupadas com a sua saúde financeira. Com novos limites no cartão e no cheque especial, estas pessoas acabam gastando muito mais do que deveriam e, em pouco tempo, o impensável acontece, e estão no vermelho no cheque especial, com uma dÃvida que nem sabem ao certo como foi acumulada.
Investindo de forma arriscada
Outro erro comum é o de, mesmo sem ter consciência disto, adotar uma estratégia de investimento arriscada. Este é o caso, por exemplo, da compra de vários imóveis e propriedades, ignorando a regra básica de não se colocar todos os ovos em uma única cesta, além da decisão ser extremamente arriscada do ponto de vista de liquidez.
Vamos ilustrar, por exemplo, o caso de alguém que ganhou um prêmio de R$ 5 milhões, e optou por investir em gado. Muitas vezes, para ser rentável, ele vai precisar ter uma fazenda de pelo menos 5 mil cabeças, o que exige, no Centro Oeste, uma área de 2,5 mil hectares, ou seja, um investimento de pelo menos R$ 3 milhões!
Além de comprometer uma parcela excessiva do dinheiro em uma só aplicação, em geral é preciso esperar pelo menos três anos para que o investimento seja rentável, e existe sempre a limitação de liquidez. Se, passado algum tempo, mudar de idéia e quiser vender, o felizardo pode ter que esperar muito tempo já que, como é de se esperar, o número de investidores potenciais é limitado.
Ainda mais grave é o caso daqueles que consideram investimento aquilo que não é. Enchem a garagem de carros importados e o cofre de jóias, esquecendo-se que, caso precisem vender, certamente incorrerão em prejuÃzo.
Se bem aplicada, esta quantia pode sim lhe trazer mais tranqüilidade financeira, mas é preciso calma para tomar a decisão correta de onde investir. Quem não está habituado com este montante, em geral, acaba mais vulnerável. Portanto, é importante contar com profissionais capacitados e independentes para ajudá-lo em sua estratégia de investimento. Neste sentido, vale conferir o artigo que fizemos sobre como investir o prêmio acumulado da Mega Sena.
Link original clicando aqui.
Desvendado o grande segredo do Google!
Se você como eu se pergunta como o Google consegue armazenar tantos dados, dando mais de 2gb de espaço no GMail e muito mais, agora há uma resposta!
Quem dá a chave do mistério são os cartunistas Nitrozac & Snaggy:

NotÃcia publicada originalmente no site Techguru.
Laptop de US$ 100
Passei rápido hoje por um site de notÃcias que falava do famoso computador de US$ 100,00. Na verdade é um tipo de laptop para permitir o acesso de camadas menos privilegiadas da sociedade à conectividade com a Internet e ajudar na educação.
O projeto pretende produzir estas máquinas não para negociá-las no mercado, mas vendê-las diretamente aos governos que se interessaram pelo projeto, entre eles o Brasil.
O pesquisador responsável pelo projeto é Nicolas Negroponte do MIT Media Lab. Confiram mais informações no site.
Leo Maia
Nesta última sexta, após sair do coquetel de lançamento da CowParade, estiquei com uma amiga até o Bleecker St., na Vila Madalena. Iria acontecer o show do Leo Maia, filho do Tim Maia.
Não conhecia a música dele porque apesar de achar interessante o estilo de som que ele faz, não ouço muito o estilo.
De qualquer maneira, o cara é bom mesmo… bom show, boa música, bom público…
Foi uma boa opção para o fim de noite da sexta-feira. Recomendo.
CowParade’s fever!
CowParade’s fever! era a mensagem no meu MSN até hoje. Nesta última sexta fui ver o lançamento da Cow Parade, no MUBE.
A Cow Parade é um evento de rua onde artistas pintam ou recriam esculturas de vacas em tamanho real. Estas vacas são apoiadas por empresas e, após expostas pela cidade, são vendidas para que a renda seja revertida para alguma instituição. No caso de São Paulo, a renda irá para a Fundação Abrinq.
É um movimento muito interessante e as vacas ficaram óteemas! Tinha algumas muito bem produzidas.
O Senac apoia uma delas, a do artista Rui Amaral. Ela estará exposta a partir do dia 4 de setembro na Paulista, em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). As outras vacas irão ficar em diferentes pontos da cidade.
