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Mercado de ações

Postado em Sobre a vida..., Reflexões..., Links por Paulo Schiavon, 16h23, 10 de October de 2008

Se você tem ações como eu que quase viraram poeira nessa crise, vão se identificar com o texto abaixo que anda circulando pela internet, por autor desconhecido:

Análise de Retorno Financeiro Tendo em vista a crise atual…

Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da
Nortel Networks ou da AIG , ambas gigantes da econômia americana, hoje
teria R$ 59,00!

Se você tivesse comprado, em janeiro/2005, R$ 1000,00 em ações da
Lucent Technologys , outro gigante da área de telecomunicações, hoje
teria R$ 79,00!

Agora, se você tivesse, em janeiro/2005, gasto R$ 1.000 ,00 em cerveja
(Cerveja, não em ações), tivesse bebido tudinho e hoje vendido as
latinhas vazias, teria R$ 80,00!!!

Conclusão:
No cenário econômico atual, você perde menos dinheiro ficando sentado
e bebendo cerveja o dia inteiro…
MAS É IMPORTANTE LEMBRAR, QUEM BEBE VIVE MENOS:

a) Menos triste;
b) Menos deprimido;
c) Menos tenso;
d) Menos puto da vida!

Pense nisso… e… Se for dirigir, não beba. Se for beber, me chama!
Se não me chamar, pelo menos me manda as latinhas!

QUE EU VENDO TUDO!!!

Distances between

Postado em Sobre a vida..., Reflexões..., Links, Cinema, vídeo e TV por Paulo Schiavon, 16h34, 5 de September de 2008

Curta muito bem produzido sobre amantes, distâncias e a vida cotidiana. Vale a pena pra refletir sobre a vida que levamos…

Dica do Sushi.


Web 2.0 na gringa é realidade, mas aqui a maioria ainda pergunta: “Que negócio é esse mesmo?”

Postado em Sobre o trabalho..., Reflexões..., Links, Bobagens... por Paulo Schiavon, 14h12, 11 de July de 2008

Não vejo a hora disso ser de fato um problema aqui na terra tupiniquim.

Web 2.0

Fonte: TechComics

Baixar arquivos na internet pode virar crime

Postado em Reflexões..., Links por Paulo Schiavon, 15h24, 4 de July de 2008

Essa é boa. Mostra como os políticos de fato estão alienados com o mundo digital. Veja a notícia original.

Ao invés de inventarem leis ridículas, eles deveriam estudar permanentemente formas de estimular a economia e permitir que todo brasileiro ganhe um salário decente. Essa é melhor ação contra a pirataria.

Obs.: Gostei do comentário da notícia sobre criar uma lei onde o político ganha salário mínimo para trabalhar 45 horas semanais!

Blogueiros, leitores e seus excentrismos

Postado em Sobre o trabalho..., Reflexões..., Links por Paulo Schiavon, 14h44, 4 de July de 2008

Eu acho complicado esse pessoal que fica defendendo o “puritanismo” dos blogs.
Blogs foram criados como diários pessoais, onde as pessoas escrevem o que querem, quando querem e como quererm. Ler ou não o blog de alguém é uma decisão de quem visita, não de quem esreve.

Como as empresas estão se aproveitando do pontencial destes canais, e alguns blogueiros estão aproveitando a onda para ajudar na despesa de casa, fala-se até em “código de ética para blogueiros”. Come on! Temos mais com que nos preocupar!

Se o cara quer vender seu comentário, fique à vontade! O mundo é dos jabás, vide Rede Globo. Qualquer um com um pouco mais de instrução sabe quando o post é vendido e nem por isso o blog de alguém ficará menos interessante. Neste caso, todos devem ficar felizes: a empresa cumpriu seu papel, fazendo sua marca aparecer em lugares pouco convencionais; o blogueiro fica feliz, porque ganha uma merreca fazendo aquilo que lhe dá prazer; o leitor fica feliz, sabendo que seu blogueiro continuará escrevendo sempre mais, pois fazendo aquilo que gosta ainda consegue se sustentar sem ter necessariamente que trabalhar em algum subemprego por aí, como é o caso de algumas mentes brilhantes.

Clique aqui para ver a discussão sem sentido.

Stay hungry, stay foolish.

Postado em Sobre a vida..., Sobre o trabalho..., Reflexões..., Links, Educação por Paulo Schiavon, 22h19, 6 de November de 2007

Uma lição de Steve Jobs para todos que buscam sentido em suas ações…


Web 2.0, ou podemos dizer, a web feita pelos usuários. O que ela nos trará daqui para frente?

Postado em Sobre o trabalho..., Reflexões..., Links por Paulo Schiavon, 22h25, 5 de February de 2007


Como saborear a Cultura

Postado em Sobre a vida..., Reflexões..., Arte e Tecnologia, Educação por Paulo Schiavon, 23h06, 3 de December de 2006

Um breve ensaio sobre como tratar a cultura.

De que cor eram as meias de Hitler?

O homem da cultura é um hedonista, aprendeu a saborear aquilo que cada obra lhe oferece; o intelectual instaura processos de compreensão, necessita menos sentir que articular e explicitar

JORGE COLI
COLUNISTA DA FOLHA

Umberto Eco fala sobre diferenças entre cultura e erudição numa entrevista recente à revista francesa “Le Nouvel Observateur”. Diz assim: “Erudição não é cultura, mas uma sua forma particular e secundária.

Cultura não é saber a data de nascimento de Francisco 1º. Ser culto significa antes de tudo saber que ele foi um rei da França no Renascimento e qual era o papel da França no contexto europeu da época. Quanto à sua data de nascimento, a cultura permite encontrar essa informação, se temos necessidade dela”.

Ainda: “Borges nos contou, em “Ficções”, a história de “Funes, el Memorioso”, esse homem que se lembrava de tudo, de cada folha que ele vira sobre cada árvore, de cada palavra que ele ouvira ao longo de sua vida e que, por causa de sua memória total, era um perfeito idiota. A cultura é igualmente um processo de conservação e de filtragem, pelos quais nós sabemos quem era Hitler, mas não qual era a cor de suas meias no dia em que ele se suicidou em seu bunker”.

Memória e filtragem, dois instrumentos essenciais nessa distinção. A memória é instrumento da cultura e o objetivo da erudição; o filtro é uma rede de relações, que pesca aquilo de que precisa. A oposição entre cultura e erudição é clássica.

Meias e meias

Há uma outra possível separação. Ela ocorre não entre o erudito e o homem culto, mas entre o homem culto e o intelectual. É bem possível que o traço diferenciador mais forte seja, de um lado, o prazer, de outro, o dever.

O homem da cultura é um hedonista. Ele, primeiro, aprendeu a saborear, a degustar numa espessura concreta, aquilo que cada obra, com a intensidade que pode, lhe oferece. Seus critérios, por isso mesmo, são mais intuitivos que objetivos, e suas categorias têm fronteiras permeáveis.

O intelectual instaura processos de compreensão, desenvolve raciocínios, necessita menos sentir que articular e explicitar. Sua embriaguez chega ao apogeu quando vence as etapas de uma argumentação e constrói um arcabouço de relações nítidas.

No primeiro caso, há algo de empírico e de sensual; no segundo, muito de abstrato e de rarefeito. As meias de Hitler, para um, têm concretude, textura, cor. Elas completam uma cena dramática. O outro pode tomá-las como exemplo, ao construir uma análise socioeconômica sobre a moda masculina na Alemanha daqueles tempos.

Redes e redes

O híbrido culto-intelectual, se existe, é raríssimo. Há casos em que o homem culto quer se tornar intelectual: os resultados nem sempre são convincentes. O intelectual, por sua vez, é mais seguro em seu modo de ser; para ele a cultura é apenas um meio, não um universo, que não lhe passa pela cabeça habitar, porque ele não saberia como. Seu conhecimento é cerebral: quantas teses universitárias sobre objetos da cultura, mesmo inteligentes, iluminadoras, se completam sem a experiência pessoal da cultura.

São estudos que mergulham num tema, ignorando o que está à volta dele ou explorando os outros setores de maneira “instrumental”, para algum infeliz capítulo introdutório de “contextualização”, como se diz.

A cultura é uma prática, no sentido de um hábito, de um costume, de uma freqüentação; o trabalho intelectual é um exercício. Há um clima bem aventurado de divãs e almofadas do Oriente, num caso; há o rigor exato do trapézio, no outro. Um pressupõe o ócio; o outro pressupõe o trabalho.

Link original na Folha.

Definição para Marketing

Postado em Reflexões... por Paulo Schiavon, 1h30, 19 de October de 2006

Hoje, de bricandeira numa conversa pelo MSN com uma amiga, achei uma boa definição para Marketing: Covil do Capitalismo.

Pois é, quem nunca se seduziu pelo lado negro da força?

Totó lambendo a tela.

Postado em Reflexões..., Links, Bobagens... por Paulo Schiavon, 2h09, 13 de July de 2006

Se você é apaixonado por cães como as minhas amigas Ana Paula e Elisangela, então não podem deixar baixar um dos protetores de tela disponível no site do filme “Must Love Dogs“.

Histeria em São Paulo

Postado em Reflexões... por Paulo Schiavon, 20h12, 15 de May de 2006

Os últimos acontecimentos em São Paulo (ataques a policiais, instituições etc.) só servem pra provar mais uma vez que o maior sentimento do mundo é o medo, não o amor. Não é à toa que os EUA fazem o que fazem no Oriente Médio e aqui, os bandidos fazem o que querem sem uma resposta à altura do Estado.

As pessoas precisam entender que não podem delegar a responsabilidade de uma sociedade justa, equilibrada e, consequentemente, segura, a terceiros. Isso não pode ser feito nem pelo Estado, nem por instituições privadas. O equilíbrio social só poderá ser obtido quando todos forem conscientes de suas responsabilidades, agindo com justiça e irmandade.

Hoje pudemos ver o que o medo e a histeria podem trazer para o nosso mundo: lojas fechadas, ruas vazias, tráfego de carros monstruoso. Isso tudo gerado por um medo inconsciente, que toma conta do consciente coletivo e que, portanto, torna-se real.

Não percam a razão e sejam equilibrados. Exijam responsabilidade de todos, e não somente dos políticos que sabemos, são incapazes de resolver problemas desta magnitude. Somente a sociedade unida, avessa às retóricas, mas adepta das boas ações, deve controlar a situação e não deixar a vida parar porque alguém, ou algum grupo, assim sugeriu.

Cai na real Brasil! Sua realidade é o retrato de seus valores!

histeria

Datação
1840 cf. CompPat

Acepções
substantivo feminino
Rubrica: psicanálise.
neurose na qual as moções pulsionais sofrem esp. recalque e são inconscientemente traduzidas em sintomas corporais

Viajar

Postado em Reflexões... por Paulo Schiavon, 23h16, 21 de January de 2006

Viajar é muito mais do que conhecer, é viver, é crescer, é descobrir você mesmo, você lá e cá.

Hoje alguém especial foi viajar… será que seremos os mesmos? Mesmo na curta distância que separa o hoje da volta?

Só o tempo traz algumas respostas. Ou poderia dizer, o tempo traz todas as respostas.

Ano novo! Here I come!

Postado em Reflexões... por Paulo Schiavon, 0h14, 5 de January de 2006

Ano novo, vida nova… um novo ciclo para se viver.

Existem algumas coisas que a gente vai aprendendo durante a vida que não dá pra saber se é certo ou errado, até pq, certo e errado não existem, o que existem são valores, pontos de vista. Mas o interessante é perceber como certos conceitos que aprendemos ou assumimos como valores passam a nortear todas nossas ações, tudo que fazemos, pensamos ou acreditamos. Ano novo é assim, faz a gente pensar na vida, desejar sempre algo melhor para o que está começando…

Algumas frases que podem pontuar de forma interessante um pouco do que tenho aprendido durante a vida:

_ Não existe perfeição. O que podemos ter é o ideal e o ideal é imperfeito, mas completo.
_ Tudo na vida funciona em ciclos. Tudo que é bom ou ruim tem começo e fim. Por isso, basta esperar que tudo irá passar.
_ Não espere, faça.
_ Tudo é possível se você quiser. Não importa o tempo que irá levar, mas você irá conseguir.
_ Tudo vale a pena, pois a experiência e o conhecimento valem mais que qualquer outra coisa nesta vida.
_ As pessoas devem lhe admirar pelo que você é, não pelo que diz ser.
_ Amor faz bem, mas paixão é doença.
_ Não seja os extremos, seja o equilíbrio. Pois só o equilíbrio traz constante crescimento e paz.
_ Deseje todos os anos: paz, amor, saúde, sabedoria, crescimento e prosperidade. Deseje nesta ordem, pois a paz cultiva o amor; paz e amor trazem saúde; paz, amor e saúde cultivam sabedoria; sabedoria gera crescimento; e crescimento com paz, amor, saúde e sabedoria significam prosperidade.

Por hoje é isso aí. Um 2006 fantástico para todos nós!

O mistério da vida.

Postado em Reflexões... por Paulo Schiavon, 22h47, 19 de December de 2005

Mesmo tendo nascido numa família católica, nunca fui um praticante da religião. Não nego que na época da primeira comunhão até pensei em ser padre! Mas quem que já foi coroinha de igreja nunca pensou?

Bom, o fato é que a vida e a escola ensinam hoje (felizmente) questões humanas que vão além dos dogmas e preconceitos das religiões. Assim podemos ver o lado bom e ruim de cada uma delas, formando nossa própria visão de espiritualidade e de Deus.

O interessante é que algumas pregações, ou o lado “obscuro” das religiões, que lidam com os espiritos e com o mistério da vida, são coisas que nem todos conseguem experenciar. Talvez nem todos possam ou devam ter contato com certas questões, não há como saber.

O interessante é que no último final de semana, na casa dos meus tios no Paraná, tive a experiência espiritual mais forte de minha vida. Nunca vi espíritos, ou algo que não pudesse tocar, mas sempre acreditei sentir a presença de algo além da matéria. O fato é que no último sábado pude ver pessoalmente um espírito tomando conta de um parente próximo, sem motivos aparentes, sem chance de ser mentira, sem motivo. Simplemente aconteceu. Agora preciso saber quem era e porque ele precisa da nossa ajuda. Um misto de curiosidade e de solidariedade me deixou inquieto nos últimos dois dias.

É impressionante o leque de emoções ao vermos o intangível, o outro lado da vida. É a confirmação de que existe algo mais que vida e morte.

Muito trabalho…

Postado em Reflexões... por Paulo Schiavon, 22h30, 19 de December de 2005

É pessoal… a vida continua dura neste fim de ano… Trabalho demais, tempo de menos. Quanto a gente inicia nossa busca por um futuro melhor não há mesmo como imaginar as pedras que a gente tem pelo caminho. Umas são fáceis de transpor, outras tem o tamanho de uma montanha.

Acredito que seja assim para todos, não há nada de exclusivo nos meus problemas, mas que é difícil manter a calma, o equilíbrio e as emoções no fervor das cobranças do dia-a-dia, não há como negar.

Mesmo quando a gente consegue ainda ter a visão do todo e analisar as partes, fica difícil dizer não e é quase inconcebível abandonar um compromisso. Ética e responsabilidade podem ser mesmo uma faca de dois gumes.

Tudo torna-se mesmo opções na vida. Não há certo ou errado. Existem valores e sociedade.

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