Sábado… o que fiz sábado?
Ah, fui na faculdade pela manhã como sempre…
As aulas foram boas, principalmente porque dessa vez eu não estava com tanto sono…
Almocei por lá mesmo e depois fui ao 4o Encontro de Web Design… Xique não? Só no nome mesmo… Já fui no período da tarde, assistindo apenas metade dos palestrantes, mas fiquei feliz por isso pois não ouvi NADA de novo… nadinha…
Essas palestras são mesmo para quem está começando na área ainda… não que eu seja experiente, até mesmo porque sei que a única coisa que sei é que não sei nada, mas… Falar o que a gente lê todos os dias no veículos da área e ouve sempre na faculdade, acaba não acrescentando muito.
Enfim… esse foi meu sabadão… de noite não fiz nada, acabei desmaiando na cama bem cedo…
Domingão… Eita dia bão… na rotina que estou, esse é o único dia em que não tenho ao menos um compromisso assumido sempre.
Domigo, dia de visitar vó, tia, pai, primo… enfim… fiz a famosa “via sacra dominical”… na verdade eu gosto disso… gosto de rever o pessoal… sou muito família mesmo…
Bom, por hoje já está bom… vou tentar voltar em breve…
Impressionante como as pessoas podem ser falsas e articuladas…
Só agora estou tomando fôlego pra me recuperar da decepção… nessa última semana aprendi mais uma lição que todos acabam aprendendo em algum momento da vida, uns mais cedo, outros mais tarde…. Aprendi que não se pode confiar em ninguém, que praticamente ninguém desse mundo é digno depositário de um sonho…
É meus amigos… mais uma vez fui traído por quem confiei… o destino é realmente imprevisível, ou seria sábio? Antes hoje do que amanhã? Sempre fiz com que as coisas em minha vida acontecessem rapidamente, antes do tempo… não sei até que ponto isso é bom, mas sei que realmente, as alegrias e decepções estão vindo juntas, e talvez, um pouco antes do tempo que a maioria experiencia… Minha esperança é que eu ainda esteja no caminho certo… e só o tempo poderá me mostrar isso… portanto: paciência!
Finalmente estamos com Internet na agência.. depois de muito sofrimento e espera, estou eu aqui, desfrutando dos benefícios da tecnologia que permitem que qualquer um trabalhe num domingo à noite longe de casa…. é essa a vida da cidade grande.. d:P
Um fato interessante…
Neste faked site, que por acaso, ou não, você está lendo estas abobrinhas, uma coisa pode ser constatada:
As pessoas intuitivamente já procuram algo de novo e diferente em websites. Esse blog não tem indicação nenhuma para visitação, só é perceptível quando se passa o mouse por cima da área clicável… no entanto, muita gente acaba por conhecê-lo quando indico o endereço das fotos…
Comentário estúpido não? Mas de alguma valia talvez para quem trabalha com arquitetura da informação como eu…
Ops… agora tô vendo.. faz mais de mês q não falo nada por aqui…
É engraçado esse fenômeno de blogs… o mau do ser humano é mesmo querer saber sempre mais sobre a vida dos outros… nesse mundo nada se cria, tudo se copia, é um fato consumado.
Algumas pessoas pedem para q eu escreva por aqui… não sou muito bom com palavras, as pessoas nunca conseguem entender o que penso, o que sou, simplesmente porque o que tenho na cabeça vai muito além de meras palavras… mas… já dizia o velho guerreiro: “Quem não se comunica, se estrumbica!”
Bom, vou tentar aparecer por aqui com alguma frequência… pra falar a verdade, não escrevo mais porque nem lembro desse blog, aqui acho que acaba sendo mais um espaço pro desabafo. Sabe aquela hora q vc quer falar algo e não tem ninugém por perto pra lhe ouvir?!
Poisé… esse é meu weblog… testemunho de um desabafo.
Só quem tenta montar o próprio negócio é que sabe como é.. quantos problemas pra alugar uma sala, escolher móveis, abrir empresa… vish!!!
Bom, mas acho que a compensação depois deve valer a pena!!! d;oD
Esta história é ótima…
“O VERÃO, SOB A ANÁLISE DE UM MAU HUMORADO”
“Chegou o verão. E com ele também chegam os pedágios, os congestionamentos na estrada, os bichos geográficos no pé e a empregada cobrando hora-extra. Verão também é sinônimo de pouca roupa e muito chifre, pouca cintura e muita gordura, pouco trabalho e muita micose. Verão é picolé de Ki-suco no palito reciclado, é milho cozido na água da torneira, é coco verde aberto pra comer a gosminha branca. Verão é prisao de ventre de uma semana e pé inchado que não entra no tênis. Mas o principal, o ponto alto do verao é… a praia!! Ah, como é bela a praia! Os cachorros fazem cocô e as crianças pegam pra fazer coleção. Os casais jogam frescobol e acertam a bolinha na cabeça das véias. Os jovens de jet ski atropelam os surfistas, que por sua vez, miram a prancha pra abrir a cabeça dos banhistas. O verão é Brasil, é selva, é carnaval, é tribo de índio canibal. Todo mundo nu de pele vermelha. As mulheres de tanga, os homens de calção tao justo que dá até pra ver o veneno da flecha, e todo mundo se comendo cru. O melhor programa pra quem vai à praia é chegar bem cedo, antes do sorveteiro, quando o sol ainda está fraco e as famílias estão chegando. Muito bonito ver aquelas pessoas carregando vinte cadeiras, três geladeiras de isopor, cinco guarda-sóis, raquete, frango, farofa, toalha, bola, balde, chapéu e prancha, acreditando que estão de férias. Em menos de cinqüenta minutos, todos já estao instalados, besuntados e prontos pra enterrar a avó na areia. E as crianças? Ah, que gracinha! Os bebês chorando de desidrataçao, as crianças pequenas se socando por uma conchinha do mar, os adolescentes ouvindo walkman enquanto dormem.
As mulheres também têm muita diversão na praia, como buscar o filho afogado e caminhar vinte quilômetros pra encontrar o outro pé do chinelo. Já os homens ficam com as tarefas mais chatas, como perfurar um poço pra fincar o cabo do guarda-sol. É mais fácil achar petróleo do que conseguir fazer o guarda-sol ficar em pé. Mas tudo isso não conta, diante da alegria, da felicidade, da maravilha que é entrar no mar! Aquela água tao cristalina, que dá pra ver os cardumes de latinha de cerveja no fundo. Aquela sensação de boiar na salmoura como um pepino em conserva. Depois de um belo banho de mar, com o rego cheio de sal e a periquita cheia de areia, vem aquela vontade de fritar na chapa. A gente abre esteira velha, com cheiro de velório de bode, bota o chapéu, os óculos escuros puxa um ronco bacaninha. Isso é paz, isso é amor, isso é o absurdo do calor. Mas, claro, tudo tem seu lado bom. E à noite o sol vai embora. Todo mundo volta pra casa tostado e vermelho como mortadela, toma banho e deixa o sabonete cheio de areia pro próximo. O xampu acaba e a gente acaba lavando a cabeça com qualquer coisa, desde o creme de barbear até desinfetante de privada. As toalhas, com aquele cheirinho de mofo que só a casa de praia oferece. Aí, uma bela macarronada pra entupir o bucho e uma dormidinha na rede pra adquirir um bom torcicolo e ralar as costas queimadas.O dia termina com uma boa rodada de tranca e uma briga em família. Todo mundo vai dormir bêbado e emburrado, babando na fronha e torcendo, pra que na manhã seguinte, faça aquele sol e todo mundo possa se encontrar no mesmo inferno tropical…
Qualquer semelhança com a vida real, é uma mera coincidência..”
